quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Provocações


- Estou sim?
- Bom dia, eu vi um anuncio seu que faz reparações. Estou a ligar para o numero correcto?
- Sim, sim sou eu mesmo.
- Ok.
- E qual é o equipamento que tem avariado?
- É uma televisão, estava a funcionar perfeitamente, e de um momento para o outro desligou e não ligou mais.
- E é muito grande?
- A televisão? Sim, é daquelas antigas muito pesadas.
- Ok, é para saber como poderei fazer a reparação, pois se é assim tão pesada não sei se a consigo trazer para reparar em oficina, que é sempre mais fácil para mim. Mas podemos combinar um dia que tenha mais tempo para eu ir aí e tentar ver se a consigo reparar na sua casa, se não houver problema.
- Não claro que não, mas eu tinha era alguma urgência.
- Mas eu hoje não consigo, podemos é combinar para amanha e eu vou tentar ver se consigo ver alguma coisa, ou para ver se há alguma peça queimada para poder comprar e depois vou aí no fim de semana, ou no inicio da semana que vem.
- Ok, perfeito. Eu agradeço imenso, porque isto de estar sem televisão é muito chato.
- Pois eu compreendo, mas fazemos assim e pode ser que seja uma coisa mais ou menos simples.
- Ok, então eu envio-lhe a minha morada por sms.
- Eu agradeço. Então obrigado e até amanha.

Conversa como tantas outras que tenho de vez em quando. Comecei a pensar na minha agenda e a marcar o resto da tarde até ao inicio da noite com a morada que acabei por receber em mensagem.
Ainda pensei que me tinha esquecido de perguntar o nome. E não tenho nome para colocar naquela voz feminina que me ligou, nem como tinha conseguido o numero. Bem deixa para lá, ao fim e ao cabo amanhã já lhe posso perguntar.
....


Final do dia seguinte.
A morada que me tinha sido enviada era do centro de Lisboa, uma casa antiga, mas bem conservada, imaginei que se precisasse levar a televisão para reparar ia ser muito complicado e teria que pedir ajuda a algum colega meu, ou possivelmente ao companheiro, caso a cliente não viva sozinha. Encontrei o andar e toquei á campainha.
- Se faz favor?
Ouvi uma voz completamente diferente do outro dia ao telefone, mas sei que os intercomunicadores alteram bastante a voz, principalmente quando começam a ter muitas interferências.
 - Boa tarde, sou o técnico por causa da televisão.
E ouvi o trinco da porta a abrir e o intercomunicador a ser desligado. Quando entrei o prédio tinha um cheiro a casa antiga, mas limpa e olhei para as escadas a analisar como poderia fazer para trazer a televisão, sim era um 4º andar. Pensei que teria mesmo que a reparar em casa da cliente, caso ela não se importasse, embora eu não goste de fazer isso assim, pois acabo sempre por não fazer um bom serviço, e estou desconfortável.
No 4º andar, ofegante, retiro um cartão do bolso, e com a mala das ferramentas na outra, olhei em volta e vi 3 portas, pensei que o 4º Frente seria a porta do meio, por exclusão de hipóteses e toquei na campainha.
Esperei uns segundos, ate começar a ouvir barulho no interior, e a porta abriu-se...
- Boa tarde, entre eu sou a Ana.
- Boa tarde, obrigado, está aqui um cartão meu para ficar com o meu contacto mais á mão se precisar.
- Obrigado, da sempre jeito. Entre, pode ir andando, a televisão está aí nessa sala á direita.
Eu fui entrando enquanto a Sra. Ana vinha logo atrás. Dirigi-me á televisão e vi que realmente era muito grande e não iria conseguir leva-la para reparar noutro local.
- Pois é mesmo uma televisão muito grande....( Comecei por dizer ao virar-me para a Sra. Ana, mas assim que a vi, como ela estava vestida eu perdi o raciocínio) ... ahh... desculpe... o que faz a televisão?
A Sra. Ana era uma cliente muito bem apresentável, muito gira, com o corpo magro, mas muito bem feito, cabelos pretos compridos, mas da maneira que estava vestida deixou-me desconcentrado. Tinha uma saia muito pequena, com folhos e umas meias simples mas naquela apresentação estava estrondosamente sensual e sexy, da parte de cima tinha apenas um corpete que fazia a sua silhueta feminina mais acentuada ainda, e deixando adivinhar dois seios não muito grandes, mas macios e quererem saltar do espartilho. Que visão. Devo ainda dizer que a roupa era toda preta.

- Deixou de funcionar.  ( Disse passando para a minha frente e indo em direcção á televisão.) Quando a ligo não faz nada.

Apanhou o comando que estava na mesinha de centro e dirigiu-se ao lado da tv e baixou-se para ligar a extensão deixando ver as suas nádegas muito bem feitas e uma bonita lingerie toda rendilhada, tipo asa delta. Ainda não tinha visto que o espartilho, atado por trás tinha também a função de ligueiro, e que tinha as ligas a segurarem as meias. Fiquei encantado com esta visão, todo o meu corpo dava sinais de desejo, de interesse, de tesão. Fiquei com um desejo incrível de ir agarrar aquele corpo assim como estava, beijar cada pedacinho de pele visível e depois todos os outros que não estavam visíveis.
Fui interrompido no meu pensamento com a Sra. Ana a perguntar se estava tudo bem comigo, pois estava quieto, branco e parecia que estava a ter uma quebra de tensão.

- ahhh... Não, ..., sim, ..., quer dizer, peço desculpa, acho que pode sim talvez uma quebra de tensão. Mas eu estou bem. Obrigado. Então posso ver a televisão?
- Sim claro, esteja á vontade, eu vou fazer ali umas coisas, se precisar de ajuda não hesite em chamar-me.
E afastou-se, mas no final da sala voltou a olhar para mim e a ver como eu estava embasbacado a olhar para ela, claro que assim que ela olhou eu tentei disfarçar, e olhei logo para a televisão, mas ainda a vi a sorrir com as minhas reacções.

E fiquei sozinho a olhar para uma televisão desligada, e pensar que estava a ser bom demais, aquilo não podia estar a acontecer-me, uma mulher linda, maravilhosa, boa, sexy, sensual... Não pode ser, algo estava para acontecer. Comecei por pensar que daí a pouco iria aparecer o marido dela. Sim só pode ser isso. É para fazer uma surpresa ao marido, e vai aproveitando e vai-me provocando. Será que vim em má altura? Mas foi tudo combinado antecipadamente. Bem com todas estas perguntas na minha cabeça, preciso de trabalhar, pensar em outra coisa, não posso ficar aqui parado sem me mexer.
Fui para trás da televisão ver que tipo de parafusos eram e foi quando reparei que estava com uma enorme tesão no meio das pernas, ainda não tinha reparado, e dei graças por estar atrás da televisão, comecei por abrir a televisão e com tudo isso fui-me distraindo.
Mas toda aquela situação estava-me a deixar perturbado, primeiro porque sempre tinha sonhado com uma situação assim, mas tinha sido apanhado de surpresa, não sabia como reagir... alem de que deveria estar completamente vermelho e agora com um indicio bastante grande dentro das calças... se o marido entrasse agora e me visse nesta situação o que iria dizer? O que iria pensar? Bem tenho mesmo de me abstrair desta situação. Talvez estivesse a mudar de roupa quando toquei e agora quando vier já vem com outra roupa mais pratica e cómoda. Sim é isso!

- Ainda está vivo?
- Sim claro, isto parece ser uma coisa simples. E creio que mais uns minutos estará reparada, se tudo correr bem. Não houve falha de tensão na altura em que se desligou? (falando sempre para dentro da tv, pois não queria olhar para a cliente, não sabia como estava vestida, e estava a fazer uma força incrível para não olhar...pois a tesão que tinha nas calças já estava quase controlada, até ao momento de a ouvir, por isso era melhor não ver como estava.
- Não, aqui tem havido muita tensão acumulada, mas falhar não tem falhado. Pelo menos que eu tenha dado por isso.

Tensão acumulada? Mas o que está ela a falar? Seria uma indirecta? Preciso mesmo olhar para ela ver como está vestida... pensei enquanto me ri também como se tivesse percebido a piada.

- Pois porque está aqui um fusível queimado e não há mais indícios de que algo esteja errado, por isso vou só voltar a ligar estes fios e vamos ver se está ok ou não.

Liguei os fios e liguei a extensão, que tinha desligado antes de abrir a televisão. Verifiquei que tudo estava ligado, que não havia nada em local que pudesse provocar um curto circuito, e esgueirei-me para a frente da televisão, onde estava a cliente a olhar para o que estava a fazer... como o armário da televisão era baixinho, eu estava de joelhos e os meus olhos fugiram de seguida para as pernas que estavam ali mesmo ao meu lado. Quase que sentia o cheiro daquela mulher belíssima, e continuava com a mesma roupa, pelo menos as meias, eram iguais. Embora os meus olhos quisessem olhar para cima, não podia permitir isso e não olhei. Liguei o interruptor da televisão, acendeu o piloto. Olhei para trás da televisão e liguei a televisão carregando num botão da placa.

- Parece que ter estado a rezar deu os seus frutos, eheheh.
- Pois parece que sim, eheheh.

Mas ao olhar para ela, ela estava de costas e estava a agarrar o comando na mesinha de centro, claro que estava ainda de joelhos, uma mão dentro da televisão, a outra a segurar a placa e claro tinha que se dar o acidente, e tocar onde não devia... TRZZZZZZZZZ

- Ai!
- O que foi? Magoou-se?
- Foi só um choque, desculpe, mas devo ter-me distraído com alguma coisa e não vi onde mexi. Mas estou bem e a televisão também. Pode só arranjar-me um copo de água?
- Sim, claro só um bocadinho que eu vou buscar.
- Obrigado.

Bolas, eu tinha que fazer figura de imbecil pensei eu enquanto encaixava a placa no sitio e voltava a ligar a televisão.
Ouço passos a aproximarem-se e volto-me. Era ela, e sim estava com a mesma roupa que tinha antes, e agora não pude deixar de apreciar todo o seu corpo, a sua beleza, as suas roupas, e que magnifico conjunto os meus olhos estavam a ver.

- Aqui tem. Está mesmo bem? Eu não o quero morto. (disse sorrindo para mim)
Que sorriso lindo, dentes lindos, boca apetitosa, apetecível...
- Obrigado, não estou bem vivo, mas obrigado pela preocupação.
- Sim já tinha reparado. (e sorrindo piscou-me o olho).

Apenas sorri e fiquei a tentar perceber se aquilo era uma dica ou não, mas como sempre opto por pensar que estou a fazer filmes e pensar que fui parvinho e não percebi a indirecta, enquanto bebia a água.

- Pronto agora é só fechar a televisão e está pronto.
- Ok, eu vou acabar ali umas coisas e já venho.
- Esteja á vontade, faça de conta que não estou aqui.
Voltei a ajoelhar-me e a colocar a tampa da tv, estava a meio dos parafusos quando ouvi  a chamarem-me.
- Pedro?
- Sim? (Perguntei eu sem me levantar do local onde estava mas sem fazer nada, para poder ouvir bem o que me ia dizer.)
- Pode vir aqui ajudar-me?
- Sim claro, está onde?
- Estou no quarto, na porta do fim do corredor á direita.

Fui até lá e tentei não pensar em nada, quando cheguei á porta do quarto esta uma autentica confusão, montes de roupas em cima da cama, em cima de uma cadeira, e o armário aberto com montes de roupas a serem despenduradas pela cliente e serem depositadas em cima da cama.

- Sra. Ana, em que posso ser útil?
- Em muita coisa, para já, deixe de me chamar Sra. o meu nome é Ana, só Ana.  E depois veja se me consegue apertar aqui estes para fusos do armário, que com tanta roupa o varão começa a ficar largo e depois cai.

Fui buscar a chave apropriada e apertei os parafusos. Sem deixar de notar que a Ana deveria estar muito apertada e não devia dar muito jeito, pois estava muito ofegante. Mas quem era eu para dizer alguma coisa?

- Já está. E agora?
- Agora ajude-me a pendurar estes cabides que com o espartilho não me dá jeito nenhum andar a esticar-me e de um lado para o outro.
- Eu por acaso estava a pensar nisso, mas não me senti a vontade para o comentar. (disse eu começando a pendurar os cabides o melhor possível para não amarrotar a roupa).
- Sim? E que mais estava a pensar?
A Ana estava ao lado do guarda roupa a olhar para mim e controlando como ia pendurando a roupa.
- Nada! Quer dizer não tenho nada que pensar, pois cada um é livre de estar como bem quiser. E na sua casa, anda como se sente mais a vontade.
- Pois eu não ando mais a vontade porque estava aqui, mas se não se importar, eu ponho-me mais cómoda.
- Por favor, a casa é sua. Faça de conta que eu não estou aqui. Dentro dos possíveis claro.
- Ok, então ajude-me aqui e desate-me o laço do espartilho para eu o poder tirar.
- Ok, mas tem que me dizer como é, porque nunca vi nada deste género, ao vivo. ( disse eu enquanto pendurava os últimos cabides.)

A minha excitação aumentava de tal maneira que um dos cabides caiu, voltei a apanha-lo rapidamente e pendurei-o.

- Ah, então percebo o seu ar de assustado e envergonhado desde que entrou aqui em casa. (disse ela rindo e com cara de quem estava a gostar de toda a situação )
- Pois pensei que não se notasse, desculpe, e não será tanto assustado, é mais.... algo.
Ela riu-se e disse:
- Pois... Algo.

E dito isso virou-se de costas para mim e aproximou-se de mim, ou melhor encostou-se a mim, senti as suas curvas encostadas a mim, hummm que maravilhosas curvas, o efeito foi imediato e foi notado também por ela. O seu cabelo cheirava muito bem, tinha um aroma a flores, cheiro esse que me deixava drogado.

- Estou novamente a provocar-lhe ... algo?
- Pois não é fácil resistir, desculpe.
- Não peças desculpa.

Chegou ligeiramente á frente e disse-me como desapertar o espartilho.  Afinal era muito simples, era como desatar os sapatos, tem um laço e os cordões vão apertando ambos os lados do espartilho. Eu desatei o espartilho e com indicações da Ana fui desapertando todos os laços para que pudesse sair sem problemas.
Em cada laço que colocava os dedos para alargar ia sentindo a sua pele a arrepiar-se, era sedosa e macia. Chegando ao final das costas os arrepios eram mais, e a minha excitação também, sentia os meus dedos a tremerem, foi quase um alivio misturado com tristeza quando cheguei ao ultimo laço.

- Ah, esqueci-me das ligas, não estou a abusar ao pedir para as abrires, é que se eu largo o espartilho ele cai.
- Pode abusar á vontade,  não há problema.
- Cuidado, posso seguir o teu conselho. E NÃO ME TRATES POR VOCÊ!!!
- Ok, vou tentar, é do habito, desculpa.

Levantei um pouco a saia, com receio de não levantar demais e com o mesmo receio para não tocar naquele corpo que estava a mexer comigo e com o meu sistema nervoso, pois sentia as pernas a tremerem e as mãos igual. Lá estava uma das pinças que agarra as meias, estava junto a curva da nádega esquerda, e eu olhei, e pensei, é impossível abrir isto sem tocar na sua pele, hummmm, ai que tesão que sinto por esta mulher, eu tirava tudo era com a boca....

Mas a medo coloquei os dedos e retirei a primeira pinça, observei como a pele da nádega ia ficando toda arrepiada por manter os meus dedos na sua pele, levantei um pouco a saia do outro lado e retirei a pinça do lado direito, aqui mais a vontade aproveitei para ter um pouco mais de visão daquele traseiro bem feito e perfeitinho que me pedia para o trincar... Rodei-me para a frente e retirei a pinça do lado direito, e aí congelei, parece que fiquei preso nessa pinça. Não queria mexer os olhos, mas todo o meu corpo fazia força para olhar mais para o lado esquerdo. Em vez de resistir olhei para cima, e vi que ela estava com um ar de gozo a olhar para a minha cara de petrificado como um miúdo que acaba de ganhar aquele doce que sempre quis, mas nunca o deixaram comer, sem saber se o quer devorar, se apenas está a sonhar. Foi nesse momento que ela largou o espartilho e para meu espanto, o espartilho não caiu, ela riu-se e depois só é que percebi tudo aquilo era um jogo para ela, ela estava a provocar-me e eu a entrar no jogo.Levantou a saia e ela mesmo retirou a ultima pinça. Não sei como se passou esse momento para o seguinte, pois foi tão rápido, apenas me recordo de sentir que era real quando já tinha a boca dela colada a minha, a sua língua a brincar com a minha, os seus braços a abraçarem-me e as suas mãos nas minhas costas, nas minhas nádegas, na minha nuca.

Eu ao contrario dela estava petrificado do pescoço para baixo, tinha sido apanhado completamente desprevenido, foi aos poucos que os meus braços e as minhas mãos começaram a acariciar todo o seu corpo, o espartilho saiu com a sua ajuda, logo de seguida foi a minha blusa e a camisa. Estávamos os dois de tronco nu colados um ao outro. Começou por beijar-me o pescoço, o peito, passava a língua pelos meus mamilos, desceu mais um pouco, as suas mãos desapertaram as minhas calças e fui beijado ate ao inicio dos boxeres, se bem que não resisistiu a dar uma trinca um pouco mais abaixo...
Depois foi a minha vez, puxei-a para cima, comecei por  beija-la na boca, no pescoço nos ombros, no peito, os seus mamilos iam ficando cada vez mais duros quando a minha língua os acariciava e a minha boca os sugava. Primeiro um, depois o outro.  Baixei-me mais um pouco beijando a sua barriga lisa, passei a minha língua pelo seu umbigo, beijei o seu ventre, a minha língua contornou a sua saia. Ela ao adivinhar os meus pensamentos tirou-a  e eu fiquei 5 segundos a apreciar aquela maravilhosa vista, a lingerie era linda,  agarrou-me a cabeça e empurrou-a contra ela, senti o seu cheiro, senti que devia estar como eu, muito, muito molhada.

Puxou-me para cima e apenas tive tempo para passar a minha língua por cima da lingerie a sentir a sua excitação,  mas ela queria devorar-me, beijar-me ate ficar-mos sem fôlego, e de seguida empurrou-me sobre a cama, tirou-me as calças, e logo de seguida os boxers, depois foi ela quem ficou a apreciar. Mas eu não estava perto para a puxar. Nessa altura parece que perdeu a pressa, recuou dois passos, acalmou-se e depois muito lentamente e sensualmente começou a tirar as meias, com um pé em cima da cama, no meio das minhas pernas.

Comecei por acariciar-lhe as pernas, mas fez-me sinal para que não o fizesse, então aproximei a minha boca e comecei a lamber conforme as meias iam baixando. Ela ia aproveitando cada milímetro, e estava a ter um gozo enorme ao ver aquilo, notava-se pela sua cara. Depois retirou a meia da outra perna, e eu repeti o processo. Depois afastou-se da cama e de costas para mim, retirou a única peça que ainda tinha, deixando ver todo o seu corpo.

Quando te viraste para mim, vi que era cuidadosamente depilada, apenas tinha um risco ao meio, muito bem aparado. Essa visão estava-me a deixar doido, tu estavas a ver isso pois o meu pénis descoberto estava a latejar de tanto desejo, começaste por acariciar os teus seios, lentamente. Depois as mãos iam baixando e iam acariciando o teu corpo todo, passavam agora entre as tuas pernas, vinhas com os dedos molhados, que passavas na tua boca, estavas a ver o efeito que criavas em mim em cada uma das tuas acções. Os teus dedos percorriam cada milímetro da tua pele e eu só desejava ser esses dedos, com todo o meu ser.

Começaste a vir na minha direcção, o teu corpo pedia mais, os teus olhos mostravam o desejo e a luxuria que irias querer, a tua boca passou no meu pénis, muito superficialmente, deu para sentires o seu gosto, depois passaste a língua de baixo para cima, desde os testículos até á glande e depois sem aviso colocaste-o todo na tua boca. Começaste a chupar, com vais e vens, depois retiraste tudo novamente e lambeste-o, beijaste-o e olhavas para mim, para ver como eu estava a reagir...

Não aguentando com tanto desejo, tanta vontade de te ter, que te agarrei e puxei-te para mim, queria beijar-te, queria sentir o meu gosto em ti. E tu beijaste-me com desejo, mas ao mesmo tempo com sensualidade, deixavas-me cada vez mais doido, mas levantaste-te muito rapidamente, pensei que se tivesse passado alguma coisa, lembrei-me que podia ser o teu marido, e levantei-me também.

- O que foi? Queres que me vista e me vá embora?
- Ires embora? Não! Nada disso, só preciso arrefecer.

Ao ouvir isso, acalmei e agarrei-te por trás, eras muito mais pequena que eu, mas adorei essa sensação de te ter nos meus braços, beijava-te os ombros, a nuca, as minhas mãos acariciavam o teu peito, o teu ventre, sentia-te a roçares o meu pénis, com o teu rabo, com uma dança sensual e erótica. Uma das minhas mãos baixou mais um pouco e comecei por sentir os teus pelos pubicos devidamente aparados, e um pouco mais abaixo a tua fonte de mel, que estava a deixar as tuas pernas molhadas, comecei por introduzir um dedo, que entrou muito facilmente, a tua dança tornou.-se mais provocadora e mais erótica. Tinhas as pernas a tremer, sentia toda a tua pele arrepiada, meti mais um dedo, e tu começaste a controlar os meus movimentos, movimentando-nos como se fosse o meu pénis que estava dentro de ti. A minha boca percorria os teus ombros, a tua nuca, as tuas orelhas, volta e meia viravas a cabeça e beijava mo-nos.

Quando estavas prestes a atingir o orgasmo, tirei os meus dedos e agarrei-te, virei-te para mim e beijei-te muito, as tuas mãos acariciavam o meu pénis, os meus testículos, o meu peito, sempre a beijarmo-nos, fomos caminhando para a cama e deitei-te nela docemente, deitei-me ao teu lado e recomecei a beijar-te, na boca, no pescoço, no peito, esses mamilos que adoro, na tua barriga, no teu ventre até chegar ao teu tesouro escondido, mas que eu achei, com a minha língua, com a minha boca, comecei a deliciar-me contigo, a lamber-te. O teu clitóris estava duro e tu estremecias em cada passagem da minha língua nele.
Puxaste-me para cima de ti e ficamos num 69, só se ouviam os nossos gemidos de prazer, tu estavas doida, estavas húmida, mas eu sei que não estava nada atrás, pois estava doido de excitação por ti. Senti-te a estremeceres, senti que o orgasmo estava perto e apliquei-me para que não demorasse, coisa que aconteceu logo de seguida, assim que a minha língua entrou em ti senti os teus suspiros, a tua respiração e depois o teu mel, o teu sabor delicioso, que me estava a deixar viciado nesse mel delicioso, do qual eu já não queria ficar sem ele.  Eu fui de seguida, ainda te tentei dizer, mas acho que era isso que querias, pois seguraste-me com força para que eu não saísse, e foi assim que atingi o clímax, dentro da tua boca, um prémio bem recebido por seres tão sensual, linda e eu ter todo esse desejo por ti.

Depois voltamos a beijarmo-nos longamente, com os dois sabores novos nas nossas bocas e parecia que estávamos os dois drogados com tanto desejo, com tanta luxuria. Nunca pensei que isto pudesse acontecer, uma fantasia que tinha á muito e agora estava a ser realizada.
Estivemos uma imensidão de tempo deitados lado a lado a beijarmo-nos e a acariciarmo-nos, mas creio que ambos queria-mos mais, tínhamos o cheiro do desejo nas nossas peles, ambos queria-mos mais, muito mais, sem uma única palavra trocada, apenas olhares. Vieste para cima de mim e beijamo-nos, eu já não sabia onde andavam as tuas mãos, nem as minhas, sei que adorava cada pedacinho da tua pele, tu eras a minha droga, a minha força para poder viver mais e comia-te e bebia a tua energia ao mesmo tempo que tu fazias o mesmo comigo. Era tão bom ter a tua pele colada a minha, o teu cheiro em mim, os nossos sabores nas nossas bocas.

Os nossos corpos continuaram a sentir o desejo anteriormente sentido, agora foste tu que me agarraste e eu escorreguei para dentro de ti. Eu deitado de costas, tu de joelhos em cima da cama inclinada para trás, sentias-me todo em ti, eu sentia-me todo em ti, as minhas mãos acariciavam os teus seios, as tuas mãos acariciavam-me o peito, as pernas, os testículos... hummmm que sensação boa, deliciosa, como tu eras a mulher que por muito tempo procurei, onde andaste?

Fiquei sentado na cama, tu com as pernas envolta da minha cintura, ficamos colados e beijamo-nos muito, apenas para te ajudar com os vais e vens é que nos descolávamos um pouco, mas estava tudo tão bom, sentia-te a delirar a desejar mais, e era isso que te queria dar. Senti as tuas mãos a fazerem força nos meus braços, a respiração ofegante, os suspiros, o orgasmo estava a chegar, tentei aguentar e tu vieste-te, sentias-me tocar no mais intimo de ti, as minhas mãos davam-te a segurança que procuravas, e nas nossas bocas coladas as palavras que nos faltavam.

- Quero que te venhas em mim!

Levantaste-te e colocaste-te de quatro, pediste-me com os olhos para entrar, foi como gosto, entrar bem devagarinho ate meio e depois parar, voltar a tirar quase tudo e novamente meter devagar, também até meio, quando começava novamente o movimento, metia tudo rapidamente, sem avisar e sem te dizer apenas segurando-te pela anca, eu estava numa posição preveligiada, onde te via bela, as minhas mãos acariciavam todas as tuas costas, as tuas nádegas e o teu cuzinho que se relaxava com a passagem dos meus dedos melados em ti. Comecei a acelerar o ritmo, tu também fazias os ritmos, gemia-mos os dois, os dois nos desejávamos, tu gemias cada vez mais alto e senti o teu orgasmo a vir e quando estava quase a vir-me, tu saíste e colocaste-me todo na tua boca... continuaste com os mesmos movimentos, as tuas mãos nos meus testículos , a minha mão nos teus seios, e vim-me novamente agora por cima dos teus seios. Depois voltaste a colocar-me na tua boca e lambeste e chupaste ate eu ficar limpinho.

Tinhas a cara suja com o meu leite, mas tu estavas feliz, via na tua cara que estavas satisfeita, que estavas feliz por veres a minha satisfação, e eu beijei-te, limpei a tua cara com a minha língua, o teu peito, ate ficares completamente limpa para retribuir o favor.
Ficamos mais um tempinho assim lado a lado, a beijarmo-nos a acariciarmo-nos. Ate que me disseste:

- Eu tinha pedido para que te viesses em mim!

 ........................
Será que vai haver continuação? Aguardo os vossos comentários para depois decidir...
Espero que gostem.

7 comentários:

  1. <3

    espero bem que haja continuação :)

    EXCELENTE!

    bjok@s

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    Respostas
    1. Obrigado querida,
      Em relação á continuação tudo depende da inpiração...

      Mas vão haver muitos outros...

      Beijinhos

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  2. Muito bom mesmo. Gostei e deu para entrar na história enquanto lia. ;)
    Nota-se mesmo que a escrita está a melhorar muito.

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    Respostas
    1. Obrigado,
      Sabes que gosto muito dos teus conselhos.
      Beijinhos

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  3. Lindo! Amei...
    E espero que tenha continuação ;)
    Beijos
    Suzana

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  4. Não esperes por nós para escrever... escreve... independentemente da opinião de quem te lê. Não consegui ler tudo, mas volto para descobrir o que aconteceu ;) Beijo

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    Respostas
    1. Ola Teresa,
      Obrigado por seres uma leitora assidua...

      Beijinhos

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