segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Caçador de Sonhos


Estava uma noite quente, devido ao dia quente que se havia feito sentir durante o fim de semana. A noite estava escura, embora se vissem todas as estrelas a brilhar no céu, quase que não havia lua, parecia um berço que dava vontade de ir dormir um pouco e apreciar o espetaculo que via na terra, distante de onde estava.
Viam-se luzes, umas a andarem de um lado para o outro, provavelmente de um ou outro veiculo que passava pelas ruas, outras luzes paradas de algumas casas, ou de luzes das ruas. Parecia um mapa com todas aquelas luzes.

Todas as noites tirava á sorte para onde ia, mas nesta noite em particular não me apetecia fazer isso, queria apenas dambular por aí sem ter que ir obrigatoriamente a algum local, ou a alguma casa em particular, eu sabia as minhas obrigações, mas ninguem morria se demorasse um pouco a apreciar esse mundo que tanto me fascinava.

Comecei por locais onde não havia muita iluminação, não que me vissem, mas por querer andar na escuridão, sozinho a ver tudo quanto pudesse, ao fim e ao cabo não era todos os dias que podia fazer gazeta.
apreciava toda a vida que se movimentava pelas diversas ruas, ouvia conversas reais, não apenas em pensamentos como ouvia normalmente, ouvi musica de uma rua ali perto, provavelmente de alguem a quem não havia ainda chegado sono ou de algum veiculo.

De tempos a tempos via passar outros que como eu procuravam os proximos humanos que ja dormissem, apareciam aqui e ali vindos de alguma casa onde os seus habitantes dormiam relaxadamente, andavam todos muito aterefados, sempre a aparecer e a desaparecer muito rapidamente. como eu axava estranho verem-me ali apenas a preciar toda essa azafama e não me dizerem nada, não estranhavam? Poderiam eles já ter tido dias como os meus? que so me apetecia ir até a lua e ficar e adormecer naquele berço que me chamava.

Quando dei por mim estava a passar junto a uma zona mais pacata deste sitio a que os entendidos e mais velhos chamavam de cidade, não se via ninguem nas ruas, não havia veiculos, o unico movimento visivel era de uma luz que
 ora acendia, ora apagava de um candeeiro de rua, fora isso nada se ouvia, nada se via de estranho. Estava tudo tão calmo...

Foi aí que a vi, dormia profundamente, e sabia que estava ali por causa dela, parecia uma anjinha a dormir, serena, complectamente relaxada. Sem duvida, era para ela que eu estva destinado era ela que eu iria trabalhar essa noite.

Quando me aproximei da tua janela percebi que estava aberta, era tudo o que precisava, ja tinha canal aberto contigo para poder ir fazer o que me estava destinado.
Estavas tão serena que nem sonhavas nada, coisa que mudou quando entrei no teu sono, estava a pensar em fazer-te sonhar com o paraiso, uma coisa bem diferente do se viria a trasnformar no final da noite.

Entrei no teu quarto e apreciei-te, eras linda, a pele cor de chocolate, labios carnudos. comecei a entrar na tua cabeça, no teu sono, e comecei por te colocar num barco, um iate enorme, tu estavas deitada no deck a apanhar sol, não havia ondas e não estava muito calor, tinhas um bikini... Foi aí, nesse ponto em que o teus sonho... e a minha vida se alterou! Exactamente por causa desse detalhe... um bikini!
Quando olhei para o teu corpo destapado para poder imaginar qual o bikini que irias preferir, ja não consegui deixar de pensar que o teu corpo não tinha qualquer bikini, debaixo do teu vestido prata, não tinhas absolutamente nada vestido, claro que nesse momento o teu sonho mudou, afinal ja não estavas de bikini, estavas complectamente nua, e o mar começou a agirtar-se... tentei consentrar-me para que o fizesse parar, mas não consegui, a solução foi colocar-te na areia da praia, em cima de uma espriguiçadeira, claro, toda nua... não conseguia parar de te imaginar assim, tal como estavas a minha frente.

Foi quando sem eu perceber muito bem como, ali estava eu... ao teu lado, sem conseguir controlar mais o teu sonho, sem saber o que fazer, ou como parar uma coisa que sabia ser perigosa.
Sentei-me ao teu lado e comecei por passar as minhas mão delicadamente pelo teu corpo, beijei-te os ombros, a face, os labios, tu reagiste, mas eu continuei, abeijar-te os braços, a barriga, o peito.
Tu estavas cada vez mais agitada, mas não acordavas, os meus beijos deixavam-te tranquila, foi quando comecei a passar um crme em ti... primeiro um pe, e a meia perna até ao joelho, depois o outro. Depois até á virilha, depois o outro lado. depois um braço com cuidado para que não faltasse nenhum pedacinho de pele, ao mesmo tempo que te passajava o corpo. depois o outro braço, e a barriga. Nesse momento já estavas de barriga para cima, então passei o creme na tua barriga e de vez em quando deixava as mãos fugirem ora para um peito, ora para o sexo, que agora conseguia ver perfeitamente depilado, depois novamente para o outro peito, depois até ao sexo... tu estavas bem mais agitada, de vez em quando respiravas fundo e gemias... eu não paravas eu sabia que podias acordar a qualquer momento, mas eu não conseguia controlar-me no teu sonho.
As tuas pernas ora se torciam, ora se abriam onde via o teu sexo humido e lindo, quanto mais eu via, menos conseguia controlar. As tuas pernas ora levantavas ora te esticavas, em determinado momento foi como se deixasses de lutar contra tudo e acalmaste, calmamente abriste as pernas, subtilmente, bem calma. Eu vi a minha cabeça baixar no teu ventre, para o meio das tuas pernas e beijar, lamber, chupar... tu gemias, agarravas a minha cabeça empurando-me contra ti, por momentos pensei que estarias acordada. Mas não! estavas a dormir profundamente.

Tenho até inveja de mim mesmo, queria ser eu no teu sonho e não a minha imaginação, mas não conseguia controlar mais a minha imaginação o teu sonho!

Estive assim um bom tempo e tu cada vez mais agitada, e gemias cada vez mais alto... senti que estavas a vir, e o sonho acabou!
Quando abri os olhos ali estavas tu na cama com as pernas semi abertas a respirar fundo, ainda gemeste. e tinhas os olhos abertos, como se olhasses para mim, eu sabia que não era possivel veres-me, mas tu disseste "Obrigado", fiquei com medo que realmente me estivesses a ver, mas tu viraste-te novamente de lado e voltaste a adormecer.

Fiquei ainda uns bons minutos a ver-te dormir, foi quando percebi que nãotinha sido eu a interferir no teu sonho como estava habituado a fazer, mas sim o contrario, tu interferiste no meu, e eu dormi, junto a ti num sonho maravilhoso.

"Boa noite, e bons sonhos. Comigo..."


Obrigado a todos e Espero que gostem de um conto ligeiramente diferente, onde encontramos sedução, erotismo com sentimentos e fantasia.

Pedro Manuel

terça-feira, 7 de maio de 2013

Provocações - Continuação

---Heterossexual---

Para quem não leu o conto "Provocações", fica aqui um pequeno resumo.
Como técnico de electrónica fui fazer uma reparação na casa de uma cliente onde fui provocado até não aguentar mais. Onde houve um envolvimento profundo e carregado de erotismo.
Aconselho a lerem antes deste.

...
Eu tinha pedido para te vires dentro de mim.

Eu sei e assim fico em divida para contigo. Na próxima vez podes pedir isso e muito mais... ou não vai haver próxima vez?
Não sei, gostavas que houvesse?
Estavas com esse olhar provocante a provocar-me, e a tua mão passeava por todo o teu corpo, e eu ia beijando o teu corpo, limpando os teus seios enquanto ia-mos falando.
Mas ainda aguentas mais vezes?
Não estou a dizer que seja hoje...
Hummmmm ok então ficas em divida para comigo, eu vou cobrar!
Não espero outra coisa vindo de ti. E até rezo para que cobres.
Ok, ainda tens tempo para um banho rápido  anda eu faço-te uma massagem. E dito isto levantaste-te e foste em direcção á porta.
Fiquei a olhar-te, tens mesmo um corpo lindo e bem feito. Fui atrás de ti, entras-te na casa de banho e inclinaste-te para a banheira para abrir a água, lógico que quando eu entrei, atrás de ti voltei a ficar boquiaberto com essa visão...
Sabes que eu gosto de ser provocado, e tu provocas bem. Disse-te.
Tu só te riste e olhaste para trás a piscar-me o olho... e disseste:
Tu disseste que eu podia cobrar. E sei que não resistes...
Eu agarrei-te por trás  encostando-me todo a ti, beijava as tuas costas, a tua nuca, e tu provocavas-me mais,  fazendo com que o teu rabo acariciasse o meu pénis que estava a ficar cada vez mais duro, cada vez mais doido por ti novamente.
Senti a tua mão a procurar-me, no meio das tuas pernas, a encaminhares-me para dentro de ti, coisa que aconteceu muito facilmente, pois tu estavas ainda completamente molhada, e eu completamente doido por estar dentro de ti novamente.
Paraste os movimentos e voltaste-te para traz e disseste-me com voz de mandona:
Agora quero que faças tudo o que te mando. Quero que te venhas dentro de mim! e é bom que não me desobedeças!
Senão acontece o que? Começando com os movimentos e rindo-me a pensar que estavas a brincar.
Não queiras saber...
Entramos para a banheira e abraçamo-nos, encostei-te a parede e tu colocaste as pernas a volta da minha cintura, escorreguei para dentro de ti e tu deixavas-me deslizar, gemia-mos os dois com muitos beijos misturados, senti que estavas a vir-te e fiz por te acompanhar, começando assim a gemer contigo e voltamos a ter um orgasmo, agora em conjunto, tu não paravas de gemer, de te contorcer, parecias que estavas eléctrica.
Gemias muito alto, quase que gritavas, e eu continuava com os movimentos, quase a faltarem-me as forças nas pernas devido ao orgasmo intenso que estava a ter.
Quando acalmaste, saíste de cima de mim e disseste-me que me tinha portado bem, mas querias mais... Sentaste-te na beira da banheira e disseste-me para que te fosse lamber e beijar, coisa que acedi, pois adoro essa mistura de sabores.
Com a minha língua ainda voltaste a ter mais um orgasmo, que eu aproveitei e chupei todo para que ficasses limpinha.
Depois disso tomamos um duche onde ainda senti as tuas mãos em todo o meu corpo.
Não houve um único milímetro de pele que não tivesses sentido com as tuas mãos e dedos... hummmm.
Ouvias-me a delirar e a gemer com tanto desejo por ti.
 mas paraste, acabamos o banho e mandaste-me embora, quase como se não se tivesse passado nada entre nós.
Fiquei a pensar se se teria passado alguma coisa.
só quando cheguei a porta me piscaste o olho e me disseste que ias recorrer a mim mais vezes, pois havia muita coisa em casa que volta e meia queimava o fusível  e deste-me um beijo molhado e demorado, fechando-me a porta logo de seguida.

Será preciso dizer que aguardo que me ligues??

Pensei para mim quando me dirigia ao carro.


Espero que gostem de mais um conto.
O primeiro depois do "Regresso." um pouco mais curto que os outros.

Um beijo e um bem haja a todos.

Até já.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Regresso.

---Pensamentos---

Boa tarde.

Como têm percebido.. ou não, tenho andado muito ausente do meu blog, mas com muita coisa nova para vos contar, novos pensamentos, novos contos, novos sonhos.

Não vou começar por nenhum conto hoje, nem fantasia, nem sequer pensamento.
Hoje vou analisar as muitas (poucas) resposta da sondagem que fiz. Provavelmente fiz a pergunta errada, e não deveria ter perguntado que tipo de contos preferem, provavelmente deveria ter perguntado, o que mais gostam de ler...
Mas eu fiz essa pergunta com o intuito de escrever para cada um(a) de vocês  não deixar-vos uma mensagem, mas que se identifiquem com o que escrevo, mas aí ia deixar de me identificar a mim com o que escrevia.

claro que sei escrever contos infantis, ou poemas românticos  até versos ou prosas.. E gosto de as escrever, que fiquem bem claro, mas não sempre.
Há dias que estou mais triste, nesses dias gosto de escrever poemas, ora românticos, ora filosóficos...
Há dias que estou mais "doido", nesses dias gosto de imaginar e escrever os meus sonhos e fantasias.
E assim sucessivamente, cada expressão, ou estado de espírito gosto de escrever uma determinada coisa.

Ora então tive 10 resposta não necessariamente de 10 leitores. Mas dessas 10 resposta percebi que os contos que mais gostam de ler são os temas seguintes:
Heterossexuais
Bissexuais
Fantasias
Deixando para trás os contos Grupos, Traição, Homossexuais e Lesbicas.

Pois bem vou ter em consideração isso, e vou dar prioridades a todos os que ganharam mais votos, mas não vai ser por isso que vou deixar de escrever sobre os outros se for essa a minha vontade.

Desde já peço desculpa a todos os leitores que possam não querer ler algum desses temas e para que não tenham alguma surpresa, vou deixar junto do titulo qual o tipo de conto.
Este por exemplo vai ficar com o titulo de "Regresso" e na primeira frase abaixo do mesmo estará a explicação de que se trata de: "---Pensamentos---".

Fico a aguardar os vossos comentários e a esperar que possam e leiam muito, pois a leitura alimenta a alma....... e a imaginação, hehehe.

No entanto caso alguém queira comentar alguma coisa mais privado, podem -me pedir o meu email, que eu dou com o maior prazer, pois este blog não tem apenas o intuito de "deitar cá pra fora" tudo o que me passa pela cabeça, mas também ajudar todos os leitores a exprimirem-se e a não terem medo do sentimentos, ou fantasias que possam ter.

E com uma frase bem conhecida me despeço de todos.
" De génios e de loucos todos temos um pouco!"

Até já.



quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Provocações


- Estou sim?
- Bom dia, eu vi um anuncio seu que faz reparações. Estou a ligar para o numero correcto?
- Sim, sim sou eu mesmo.
- Ok.
- E qual é o equipamento que tem avariado?
- É uma televisão, estava a funcionar perfeitamente, e de um momento para o outro desligou e não ligou mais.
- E é muito grande?
- A televisão? Sim, é daquelas antigas muito pesadas.
- Ok, é para saber como poderei fazer a reparação, pois se é assim tão pesada não sei se a consigo trazer para reparar em oficina, que é sempre mais fácil para mim. Mas podemos combinar um dia que tenha mais tempo para eu ir aí e tentar ver se a consigo reparar na sua casa, se não houver problema.
- Não claro que não, mas eu tinha era alguma urgência.
- Mas eu hoje não consigo, podemos é combinar para amanha e eu vou tentar ver se consigo ver alguma coisa, ou para ver se há alguma peça queimada para poder comprar e depois vou aí no fim de semana, ou no inicio da semana que vem.
- Ok, perfeito. Eu agradeço imenso, porque isto de estar sem televisão é muito chato.
- Pois eu compreendo, mas fazemos assim e pode ser que seja uma coisa mais ou menos simples.
- Ok, então eu envio-lhe a minha morada por sms.
- Eu agradeço. Então obrigado e até amanha.

Conversa como tantas outras que tenho de vez em quando. Comecei a pensar na minha agenda e a marcar o resto da tarde até ao inicio da noite com a morada que acabei por receber em mensagem.
Ainda pensei que me tinha esquecido de perguntar o nome. E não tenho nome para colocar naquela voz feminina que me ligou, nem como tinha conseguido o numero. Bem deixa para lá, ao fim e ao cabo amanhã já lhe posso perguntar.
....


Final do dia seguinte.
A morada que me tinha sido enviada era do centro de Lisboa, uma casa antiga, mas bem conservada, imaginei que se precisasse levar a televisão para reparar ia ser muito complicado e teria que pedir ajuda a algum colega meu, ou possivelmente ao companheiro, caso a cliente não viva sozinha. Encontrei o andar e toquei á campainha.
- Se faz favor?
Ouvi uma voz completamente diferente do outro dia ao telefone, mas sei que os intercomunicadores alteram bastante a voz, principalmente quando começam a ter muitas interferências.
 - Boa tarde, sou o técnico por causa da televisão.
E ouvi o trinco da porta a abrir e o intercomunicador a ser desligado. Quando entrei o prédio tinha um cheiro a casa antiga, mas limpa e olhei para as escadas a analisar como poderia fazer para trazer a televisão, sim era um 4º andar. Pensei que teria mesmo que a reparar em casa da cliente, caso ela não se importasse, embora eu não goste de fazer isso assim, pois acabo sempre por não fazer um bom serviço, e estou desconfortável.
No 4º andar, ofegante, retiro um cartão do bolso, e com a mala das ferramentas na outra, olhei em volta e vi 3 portas, pensei que o 4º Frente seria a porta do meio, por exclusão de hipóteses e toquei na campainha.
Esperei uns segundos, ate começar a ouvir barulho no interior, e a porta abriu-se...
- Boa tarde, entre eu sou a Ana.
- Boa tarde, obrigado, está aqui um cartão meu para ficar com o meu contacto mais á mão se precisar.
- Obrigado, da sempre jeito. Entre, pode ir andando, a televisão está aí nessa sala á direita.
Eu fui entrando enquanto a Sra. Ana vinha logo atrás. Dirigi-me á televisão e vi que realmente era muito grande e não iria conseguir leva-la para reparar noutro local.
- Pois é mesmo uma televisão muito grande....( Comecei por dizer ao virar-me para a Sra. Ana, mas assim que a vi, como ela estava vestida eu perdi o raciocínio) ... ahh... desculpe... o que faz a televisão?
A Sra. Ana era uma cliente muito bem apresentável, muito gira, com o corpo magro, mas muito bem feito, cabelos pretos compridos, mas da maneira que estava vestida deixou-me desconcentrado. Tinha uma saia muito pequena, com folhos e umas meias simples mas naquela apresentação estava estrondosamente sensual e sexy, da parte de cima tinha apenas um corpete que fazia a sua silhueta feminina mais acentuada ainda, e deixando adivinhar dois seios não muito grandes, mas macios e quererem saltar do espartilho. Que visão. Devo ainda dizer que a roupa era toda preta.

- Deixou de funcionar.  ( Disse passando para a minha frente e indo em direcção á televisão.) Quando a ligo não faz nada.

Apanhou o comando que estava na mesinha de centro e dirigiu-se ao lado da tv e baixou-se para ligar a extensão deixando ver as suas nádegas muito bem feitas e uma bonita lingerie toda rendilhada, tipo asa delta. Ainda não tinha visto que o espartilho, atado por trás tinha também a função de ligueiro, e que tinha as ligas a segurarem as meias. Fiquei encantado com esta visão, todo o meu corpo dava sinais de desejo, de interesse, de tesão. Fiquei com um desejo incrível de ir agarrar aquele corpo assim como estava, beijar cada pedacinho de pele visível e depois todos os outros que não estavam visíveis.
Fui interrompido no meu pensamento com a Sra. Ana a perguntar se estava tudo bem comigo, pois estava quieto, branco e parecia que estava a ter uma quebra de tensão.

- ahhh... Não, ..., sim, ..., quer dizer, peço desculpa, acho que pode sim talvez uma quebra de tensão. Mas eu estou bem. Obrigado. Então posso ver a televisão?
- Sim claro, esteja á vontade, eu vou fazer ali umas coisas, se precisar de ajuda não hesite em chamar-me.
E afastou-se, mas no final da sala voltou a olhar para mim e a ver como eu estava embasbacado a olhar para ela, claro que assim que ela olhou eu tentei disfarçar, e olhei logo para a televisão, mas ainda a vi a sorrir com as minhas reacções.

E fiquei sozinho a olhar para uma televisão desligada, e pensar que estava a ser bom demais, aquilo não podia estar a acontecer-me, uma mulher linda, maravilhosa, boa, sexy, sensual... Não pode ser, algo estava para acontecer. Comecei por pensar que daí a pouco iria aparecer o marido dela. Sim só pode ser isso. É para fazer uma surpresa ao marido, e vai aproveitando e vai-me provocando. Será que vim em má altura? Mas foi tudo combinado antecipadamente. Bem com todas estas perguntas na minha cabeça, preciso de trabalhar, pensar em outra coisa, não posso ficar aqui parado sem me mexer.
Fui para trás da televisão ver que tipo de parafusos eram e foi quando reparei que estava com uma enorme tesão no meio das pernas, ainda não tinha reparado, e dei graças por estar atrás da televisão, comecei por abrir a televisão e com tudo isso fui-me distraindo.
Mas toda aquela situação estava-me a deixar perturbado, primeiro porque sempre tinha sonhado com uma situação assim, mas tinha sido apanhado de surpresa, não sabia como reagir... alem de que deveria estar completamente vermelho e agora com um indicio bastante grande dentro das calças... se o marido entrasse agora e me visse nesta situação o que iria dizer? O que iria pensar? Bem tenho mesmo de me abstrair desta situação. Talvez estivesse a mudar de roupa quando toquei e agora quando vier já vem com outra roupa mais pratica e cómoda. Sim é isso!

- Ainda está vivo?
- Sim claro, isto parece ser uma coisa simples. E creio que mais uns minutos estará reparada, se tudo correr bem. Não houve falha de tensão na altura em que se desligou? (falando sempre para dentro da tv, pois não queria olhar para a cliente, não sabia como estava vestida, e estava a fazer uma força incrível para não olhar...pois a tesão que tinha nas calças já estava quase controlada, até ao momento de a ouvir, por isso era melhor não ver como estava.
- Não, aqui tem havido muita tensão acumulada, mas falhar não tem falhado. Pelo menos que eu tenha dado por isso.

Tensão acumulada? Mas o que está ela a falar? Seria uma indirecta? Preciso mesmo olhar para ela ver como está vestida... pensei enquanto me ri também como se tivesse percebido a piada.

- Pois porque está aqui um fusível queimado e não há mais indícios de que algo esteja errado, por isso vou só voltar a ligar estes fios e vamos ver se está ok ou não.

Liguei os fios e liguei a extensão, que tinha desligado antes de abrir a televisão. Verifiquei que tudo estava ligado, que não havia nada em local que pudesse provocar um curto circuito, e esgueirei-me para a frente da televisão, onde estava a cliente a olhar para o que estava a fazer... como o armário da televisão era baixinho, eu estava de joelhos e os meus olhos fugiram de seguida para as pernas que estavam ali mesmo ao meu lado. Quase que sentia o cheiro daquela mulher belíssima, e continuava com a mesma roupa, pelo menos as meias, eram iguais. Embora os meus olhos quisessem olhar para cima, não podia permitir isso e não olhei. Liguei o interruptor da televisão, acendeu o piloto. Olhei para trás da televisão e liguei a televisão carregando num botão da placa.

- Parece que ter estado a rezar deu os seus frutos, eheheh.
- Pois parece que sim, eheheh.

Mas ao olhar para ela, ela estava de costas e estava a agarrar o comando na mesinha de centro, claro que estava ainda de joelhos, uma mão dentro da televisão, a outra a segurar a placa e claro tinha que se dar o acidente, e tocar onde não devia... TRZZZZZZZZZ

- Ai!
- O que foi? Magoou-se?
- Foi só um choque, desculpe, mas devo ter-me distraído com alguma coisa e não vi onde mexi. Mas estou bem e a televisão também. Pode só arranjar-me um copo de água?
- Sim, claro só um bocadinho que eu vou buscar.
- Obrigado.

Bolas, eu tinha que fazer figura de imbecil pensei eu enquanto encaixava a placa no sitio e voltava a ligar a televisão.
Ouço passos a aproximarem-se e volto-me. Era ela, e sim estava com a mesma roupa que tinha antes, e agora não pude deixar de apreciar todo o seu corpo, a sua beleza, as suas roupas, e que magnifico conjunto os meus olhos estavam a ver.

- Aqui tem. Está mesmo bem? Eu não o quero morto. (disse sorrindo para mim)
Que sorriso lindo, dentes lindos, boca apetitosa, apetecível...
- Obrigado, não estou bem vivo, mas obrigado pela preocupação.
- Sim já tinha reparado. (e sorrindo piscou-me o olho).

Apenas sorri e fiquei a tentar perceber se aquilo era uma dica ou não, mas como sempre opto por pensar que estou a fazer filmes e pensar que fui parvinho e não percebi a indirecta, enquanto bebia a água.

- Pronto agora é só fechar a televisão e está pronto.
- Ok, eu vou acabar ali umas coisas e já venho.
- Esteja á vontade, faça de conta que não estou aqui.
Voltei a ajoelhar-me e a colocar a tampa da tv, estava a meio dos parafusos quando ouvi  a chamarem-me.
- Pedro?
- Sim? (Perguntei eu sem me levantar do local onde estava mas sem fazer nada, para poder ouvir bem o que me ia dizer.)
- Pode vir aqui ajudar-me?
- Sim claro, está onde?
- Estou no quarto, na porta do fim do corredor á direita.

Fui até lá e tentei não pensar em nada, quando cheguei á porta do quarto esta uma autentica confusão, montes de roupas em cima da cama, em cima de uma cadeira, e o armário aberto com montes de roupas a serem despenduradas pela cliente e serem depositadas em cima da cama.

- Sra. Ana, em que posso ser útil?
- Em muita coisa, para já, deixe de me chamar Sra. o meu nome é Ana, só Ana.  E depois veja se me consegue apertar aqui estes para fusos do armário, que com tanta roupa o varão começa a ficar largo e depois cai.

Fui buscar a chave apropriada e apertei os parafusos. Sem deixar de notar que a Ana deveria estar muito apertada e não devia dar muito jeito, pois estava muito ofegante. Mas quem era eu para dizer alguma coisa?

- Já está. E agora?
- Agora ajude-me a pendurar estes cabides que com o espartilho não me dá jeito nenhum andar a esticar-me e de um lado para o outro.
- Eu por acaso estava a pensar nisso, mas não me senti a vontade para o comentar. (disse eu começando a pendurar os cabides o melhor possível para não amarrotar a roupa).
- Sim? E que mais estava a pensar?
A Ana estava ao lado do guarda roupa a olhar para mim e controlando como ia pendurando a roupa.
- Nada! Quer dizer não tenho nada que pensar, pois cada um é livre de estar como bem quiser. E na sua casa, anda como se sente mais a vontade.
- Pois eu não ando mais a vontade porque estava aqui, mas se não se importar, eu ponho-me mais cómoda.
- Por favor, a casa é sua. Faça de conta que eu não estou aqui. Dentro dos possíveis claro.
- Ok, então ajude-me aqui e desate-me o laço do espartilho para eu o poder tirar.
- Ok, mas tem que me dizer como é, porque nunca vi nada deste género, ao vivo. ( disse eu enquanto pendurava os últimos cabides.)

A minha excitação aumentava de tal maneira que um dos cabides caiu, voltei a apanha-lo rapidamente e pendurei-o.

- Ah, então percebo o seu ar de assustado e envergonhado desde que entrou aqui em casa. (disse ela rindo e com cara de quem estava a gostar de toda a situação )
- Pois pensei que não se notasse, desculpe, e não será tanto assustado, é mais.... algo.
Ela riu-se e disse:
- Pois... Algo.

E dito isso virou-se de costas para mim e aproximou-se de mim, ou melhor encostou-se a mim, senti as suas curvas encostadas a mim, hummm que maravilhosas curvas, o efeito foi imediato e foi notado também por ela. O seu cabelo cheirava muito bem, tinha um aroma a flores, cheiro esse que me deixava drogado.

- Estou novamente a provocar-lhe ... algo?
- Pois não é fácil resistir, desculpe.
- Não peças desculpa.

Chegou ligeiramente á frente e disse-me como desapertar o espartilho.  Afinal era muito simples, era como desatar os sapatos, tem um laço e os cordões vão apertando ambos os lados do espartilho. Eu desatei o espartilho e com indicações da Ana fui desapertando todos os laços para que pudesse sair sem problemas.
Em cada laço que colocava os dedos para alargar ia sentindo a sua pele a arrepiar-se, era sedosa e macia. Chegando ao final das costas os arrepios eram mais, e a minha excitação também, sentia os meus dedos a tremerem, foi quase um alivio misturado com tristeza quando cheguei ao ultimo laço.

- Ah, esqueci-me das ligas, não estou a abusar ao pedir para as abrires, é que se eu largo o espartilho ele cai.
- Pode abusar á vontade,  não há problema.
- Cuidado, posso seguir o teu conselho. E NÃO ME TRATES POR VOCÊ!!!
- Ok, vou tentar, é do habito, desculpa.

Levantei um pouco a saia, com receio de não levantar demais e com o mesmo receio para não tocar naquele corpo que estava a mexer comigo e com o meu sistema nervoso, pois sentia as pernas a tremerem e as mãos igual. Lá estava uma das pinças que agarra as meias, estava junto a curva da nádega esquerda, e eu olhei, e pensei, é impossível abrir isto sem tocar na sua pele, hummmm, ai que tesão que sinto por esta mulher, eu tirava tudo era com a boca....

Mas a medo coloquei os dedos e retirei a primeira pinça, observei como a pele da nádega ia ficando toda arrepiada por manter os meus dedos na sua pele, levantei um pouco a saia do outro lado e retirei a pinça do lado direito, aqui mais a vontade aproveitei para ter um pouco mais de visão daquele traseiro bem feito e perfeitinho que me pedia para o trincar... Rodei-me para a frente e retirei a pinça do lado direito, e aí congelei, parece que fiquei preso nessa pinça. Não queria mexer os olhos, mas todo o meu corpo fazia força para olhar mais para o lado esquerdo. Em vez de resistir olhei para cima, e vi que ela estava com um ar de gozo a olhar para a minha cara de petrificado como um miúdo que acaba de ganhar aquele doce que sempre quis, mas nunca o deixaram comer, sem saber se o quer devorar, se apenas está a sonhar. Foi nesse momento que ela largou o espartilho e para meu espanto, o espartilho não caiu, ela riu-se e depois só é que percebi tudo aquilo era um jogo para ela, ela estava a provocar-me e eu a entrar no jogo.Levantou a saia e ela mesmo retirou a ultima pinça. Não sei como se passou esse momento para o seguinte, pois foi tão rápido, apenas me recordo de sentir que era real quando já tinha a boca dela colada a minha, a sua língua a brincar com a minha, os seus braços a abraçarem-me e as suas mãos nas minhas costas, nas minhas nádegas, na minha nuca.

Eu ao contrario dela estava petrificado do pescoço para baixo, tinha sido apanhado completamente desprevenido, foi aos poucos que os meus braços e as minhas mãos começaram a acariciar todo o seu corpo, o espartilho saiu com a sua ajuda, logo de seguida foi a minha blusa e a camisa. Estávamos os dois de tronco nu colados um ao outro. Começou por beijar-me o pescoço, o peito, passava a língua pelos meus mamilos, desceu mais um pouco, as suas mãos desapertaram as minhas calças e fui beijado ate ao inicio dos boxeres, se bem que não resisistiu a dar uma trinca um pouco mais abaixo...
Depois foi a minha vez, puxei-a para cima, comecei por  beija-la na boca, no pescoço nos ombros, no peito, os seus mamilos iam ficando cada vez mais duros quando a minha língua os acariciava e a minha boca os sugava. Primeiro um, depois o outro.  Baixei-me mais um pouco beijando a sua barriga lisa, passei a minha língua pelo seu umbigo, beijei o seu ventre, a minha língua contornou a sua saia. Ela ao adivinhar os meus pensamentos tirou-a  e eu fiquei 5 segundos a apreciar aquela maravilhosa vista, a lingerie era linda,  agarrou-me a cabeça e empurrou-a contra ela, senti o seu cheiro, senti que devia estar como eu, muito, muito molhada.

Puxou-me para cima e apenas tive tempo para passar a minha língua por cima da lingerie a sentir a sua excitação,  mas ela queria devorar-me, beijar-me ate ficar-mos sem fôlego, e de seguida empurrou-me sobre a cama, tirou-me as calças, e logo de seguida os boxers, depois foi ela quem ficou a apreciar. Mas eu não estava perto para a puxar. Nessa altura parece que perdeu a pressa, recuou dois passos, acalmou-se e depois muito lentamente e sensualmente começou a tirar as meias, com um pé em cima da cama, no meio das minhas pernas.

Comecei por acariciar-lhe as pernas, mas fez-me sinal para que não o fizesse, então aproximei a minha boca e comecei a lamber conforme as meias iam baixando. Ela ia aproveitando cada milímetro, e estava a ter um gozo enorme ao ver aquilo, notava-se pela sua cara. Depois retirou a meia da outra perna, e eu repeti o processo. Depois afastou-se da cama e de costas para mim, retirou a única peça que ainda tinha, deixando ver todo o seu corpo.

Quando te viraste para mim, vi que era cuidadosamente depilada, apenas tinha um risco ao meio, muito bem aparado. Essa visão estava-me a deixar doido, tu estavas a ver isso pois o meu pénis descoberto estava a latejar de tanto desejo, começaste por acariciar os teus seios, lentamente. Depois as mãos iam baixando e iam acariciando o teu corpo todo, passavam agora entre as tuas pernas, vinhas com os dedos molhados, que passavas na tua boca, estavas a ver o efeito que criavas em mim em cada uma das tuas acções. Os teus dedos percorriam cada milímetro da tua pele e eu só desejava ser esses dedos, com todo o meu ser.

Começaste a vir na minha direcção, o teu corpo pedia mais, os teus olhos mostravam o desejo e a luxuria que irias querer, a tua boca passou no meu pénis, muito superficialmente, deu para sentires o seu gosto, depois passaste a língua de baixo para cima, desde os testículos até á glande e depois sem aviso colocaste-o todo na tua boca. Começaste a chupar, com vais e vens, depois retiraste tudo novamente e lambeste-o, beijaste-o e olhavas para mim, para ver como eu estava a reagir...

Não aguentando com tanto desejo, tanta vontade de te ter, que te agarrei e puxei-te para mim, queria beijar-te, queria sentir o meu gosto em ti. E tu beijaste-me com desejo, mas ao mesmo tempo com sensualidade, deixavas-me cada vez mais doido, mas levantaste-te muito rapidamente, pensei que se tivesse passado alguma coisa, lembrei-me que podia ser o teu marido, e levantei-me também.

- O que foi? Queres que me vista e me vá embora?
- Ires embora? Não! Nada disso, só preciso arrefecer.

Ao ouvir isso, acalmei e agarrei-te por trás, eras muito mais pequena que eu, mas adorei essa sensação de te ter nos meus braços, beijava-te os ombros, a nuca, as minhas mãos acariciavam o teu peito, o teu ventre, sentia-te a roçares o meu pénis, com o teu rabo, com uma dança sensual e erótica. Uma das minhas mãos baixou mais um pouco e comecei por sentir os teus pelos pubicos devidamente aparados, e um pouco mais abaixo a tua fonte de mel, que estava a deixar as tuas pernas molhadas, comecei por introduzir um dedo, que entrou muito facilmente, a tua dança tornou.-se mais provocadora e mais erótica. Tinhas as pernas a tremer, sentia toda a tua pele arrepiada, meti mais um dedo, e tu começaste a controlar os meus movimentos, movimentando-nos como se fosse o meu pénis que estava dentro de ti. A minha boca percorria os teus ombros, a tua nuca, as tuas orelhas, volta e meia viravas a cabeça e beijava mo-nos.

Quando estavas prestes a atingir o orgasmo, tirei os meus dedos e agarrei-te, virei-te para mim e beijei-te muito, as tuas mãos acariciavam o meu pénis, os meus testículos, o meu peito, sempre a beijarmo-nos, fomos caminhando para a cama e deitei-te nela docemente, deitei-me ao teu lado e recomecei a beijar-te, na boca, no pescoço, no peito, esses mamilos que adoro, na tua barriga, no teu ventre até chegar ao teu tesouro escondido, mas que eu achei, com a minha língua, com a minha boca, comecei a deliciar-me contigo, a lamber-te. O teu clitóris estava duro e tu estremecias em cada passagem da minha língua nele.
Puxaste-me para cima de ti e ficamos num 69, só se ouviam os nossos gemidos de prazer, tu estavas doida, estavas húmida, mas eu sei que não estava nada atrás, pois estava doido de excitação por ti. Senti-te a estremeceres, senti que o orgasmo estava perto e apliquei-me para que não demorasse, coisa que aconteceu logo de seguida, assim que a minha língua entrou em ti senti os teus suspiros, a tua respiração e depois o teu mel, o teu sabor delicioso, que me estava a deixar viciado nesse mel delicioso, do qual eu já não queria ficar sem ele.  Eu fui de seguida, ainda te tentei dizer, mas acho que era isso que querias, pois seguraste-me com força para que eu não saísse, e foi assim que atingi o clímax, dentro da tua boca, um prémio bem recebido por seres tão sensual, linda e eu ter todo esse desejo por ti.

Depois voltamos a beijarmo-nos longamente, com os dois sabores novos nas nossas bocas e parecia que estávamos os dois drogados com tanto desejo, com tanta luxuria. Nunca pensei que isto pudesse acontecer, uma fantasia que tinha á muito e agora estava a ser realizada.
Estivemos uma imensidão de tempo deitados lado a lado a beijarmo-nos e a acariciarmo-nos, mas creio que ambos queria-mos mais, tínhamos o cheiro do desejo nas nossas peles, ambos queria-mos mais, muito mais, sem uma única palavra trocada, apenas olhares. Vieste para cima de mim e beijamo-nos, eu já não sabia onde andavam as tuas mãos, nem as minhas, sei que adorava cada pedacinho da tua pele, tu eras a minha droga, a minha força para poder viver mais e comia-te e bebia a tua energia ao mesmo tempo que tu fazias o mesmo comigo. Era tão bom ter a tua pele colada a minha, o teu cheiro em mim, os nossos sabores nas nossas bocas.

Os nossos corpos continuaram a sentir o desejo anteriormente sentido, agora foste tu que me agarraste e eu escorreguei para dentro de ti. Eu deitado de costas, tu de joelhos em cima da cama inclinada para trás, sentias-me todo em ti, eu sentia-me todo em ti, as minhas mãos acariciavam os teus seios, as tuas mãos acariciavam-me o peito, as pernas, os testículos... hummmm que sensação boa, deliciosa, como tu eras a mulher que por muito tempo procurei, onde andaste?

Fiquei sentado na cama, tu com as pernas envolta da minha cintura, ficamos colados e beijamo-nos muito, apenas para te ajudar com os vais e vens é que nos descolávamos um pouco, mas estava tudo tão bom, sentia-te a delirar a desejar mais, e era isso que te queria dar. Senti as tuas mãos a fazerem força nos meus braços, a respiração ofegante, os suspiros, o orgasmo estava a chegar, tentei aguentar e tu vieste-te, sentias-me tocar no mais intimo de ti, as minhas mãos davam-te a segurança que procuravas, e nas nossas bocas coladas as palavras que nos faltavam.

- Quero que te venhas em mim!

Levantaste-te e colocaste-te de quatro, pediste-me com os olhos para entrar, foi como gosto, entrar bem devagarinho ate meio e depois parar, voltar a tirar quase tudo e novamente meter devagar, também até meio, quando começava novamente o movimento, metia tudo rapidamente, sem avisar e sem te dizer apenas segurando-te pela anca, eu estava numa posição preveligiada, onde te via bela, as minhas mãos acariciavam todas as tuas costas, as tuas nádegas e o teu cuzinho que se relaxava com a passagem dos meus dedos melados em ti. Comecei a acelerar o ritmo, tu também fazias os ritmos, gemia-mos os dois, os dois nos desejávamos, tu gemias cada vez mais alto e senti o teu orgasmo a vir e quando estava quase a vir-me, tu saíste e colocaste-me todo na tua boca... continuaste com os mesmos movimentos, as tuas mãos nos meus testículos , a minha mão nos teus seios, e vim-me novamente agora por cima dos teus seios. Depois voltaste a colocar-me na tua boca e lambeste e chupaste ate eu ficar limpinho.

Tinhas a cara suja com o meu leite, mas tu estavas feliz, via na tua cara que estavas satisfeita, que estavas feliz por veres a minha satisfação, e eu beijei-te, limpei a tua cara com a minha língua, o teu peito, ate ficares completamente limpa para retribuir o favor.
Ficamos mais um tempinho assim lado a lado, a beijarmo-nos a acariciarmo-nos. Ate que me disseste:

- Eu tinha pedido para que te viesses em mim!

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Será que vai haver continuação? Aguardo os vossos comentários para depois decidir...
Espero que gostem.